InícioBrasilMarinho evita pré-julgamento sobre operação que mirou Cláudio Castro

Marinho evita pré-julgamento sobre operação que mirou Cláudio Castro


Em entrevista à CNN Brasil, o senador Rogério Marinho (PL-RN) disse, nesta sexta-feira (15), que seria “precipitado” haver um pré-julgamento sobre o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), alvo da Operação Sem Refino, deflagrada pela PF (Polícia Federal).

“Seria leviano e precipitado fazer pré-julgamento ou antecipar ação política partidária sobre a chapa majoritária do Rio de Janeiro”, disse o senador.

O ex-governador manteve sua pré-candidatura ao Senado Federal, mesmo após decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que o tornou inelegível. Castro afirmou ainda que recorrerá da decisão da Corte eleitoral.

Marinho afirmou que “se houver fato que impeça” a chapa eleitoral do PL (Partido Liberal) no Rio de Janeiro será reavaliada.

Entenda o caso

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra Castro e contra o dono da RefitRicardo Magro. Após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), foram bloqueados R$ 52 bilhões em ativos financeiros do grupo Refit, além da suspensão de atividades econômicas da empresa.

Em nota, a defesa do ex-governador disse estar surpreendida com a operação: “É de suma importância destacar que a gestão Cláudio Castro foi a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos pagasse dívidas com o estado, o que reforça a postura isenta e institucional do ex-governador. No total, gestão conseguiu garantir o pagamento de parcelas cujo montante se aproxima de R$ 1 bilhão”.

Já a defesa da Refit afirmou que “as questões tributárias envolvendo a companhia estão sendo discutidas no âmbito judicial e administrativo, como fazem diversas companhias do setor, incluindo a própria Petrobras, atualmente uma das maiores devedoras de tributos do Estado do Rio de Janeiro […] A Refit nega veementemente ter fornecido combustíveis para o crime organizado. Ao contrário, sempre atuou como denunciante de postos ligados a facções criminosas, incluindo aqueles de bandeiras renomadas que integram o Instituto Combustível Legal (ICL) e foram alvos de operações policiais. Ressalta-se ainda que o fechamento da Copape, em meados de 2024, formuladora ligada ao PCC, também foi resultado de denúncias que partiram da Refit às autoridades e à ANP”.



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