InícioBrasilAo lado de Lula, governador interino do RJ parafraseia Milton Nascimento

Ao lado de Lula, governador interino do RJ parafraseia Milton Nascimento


O desembargador e governador inteirino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, discursou brevemente em evento de inauguração do CDTS (Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde) da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Couto reconheceu a importância da ação e parafraseou o cantor Milton Nascimento.

“Minha palavra não é um discurso, é um agradecimento ao presidente Lula, ao governo federal, ao ministro Padilha, ao meu querido amigo Mario, por tudo que vêm fazendo para a saúde. E já terminando, eu vou parafrasear o cantor Milton Nascimento: ‘Eu acho que saúde deve ir onde o povo está‘. Então, fica aqui meu agradecimento e gostaria de deixar claro que as portas do estado do Rio de Janeiro estão abertas a todo incentivo para a saúde, como estamos vendo aqui”, disse o desembargador.

Com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do presidente da Fiocruz, Mário Moreira, a agenda de Lula conclui o calendário oficial dos 125 anos da Fiocruz. Segundo o Palácio do Planalto, no prédio-sede do CDTS foram investidos R$ 370 milhões. O centro desenvolve produtos e tecnologias ligadas a vacinas, fármacos, biofármacos, reativos e métodos de diagnóstico para o SUS, entre outras tecnologias.

Governo de Ricardo Couto

Em março deste ano, Ricardo Couto, então presidente do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), assumiu o Palácio Guanabara após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL), que saiu do cargo na véspera de um julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que analisava ações para tornar Castro inelegível por oito anos por suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

A renúncia foi lida como uma manobra para forçar que a eleição no Rio ocorresse de maneira indiretavia Alerj, onde Castro conseguiria fazer um sucessor por ter apoio majoritário.

A maioria da corte também teria votado para cassar o diploma de Castro. Neste cenário, como ele estaria cassado, a eleição deveria ocorrer de forma direta, com a escolha da população. O placar sobre cassação, no entanto, não foi esclarecido pela publicação do acórdão do julgamento, que foi cobrado pelo ministro Flávio Dino e usado como argumento para o pedido de vista.

Desde que assumiu, Couto deu início a um pente-fino em contratos do governo estadual, com foco na revisão estrutural e na racionalização de gastos, com a finalidade de para enxugar a máquina pública. 

Segundo fontes ouvidas pela CNN, a maior parte dos desligamentos foi motivada por inconsistências funcionais, como ausência de registro de presença e falta de critérios para o exercício de determinadas funções. 



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